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Os civis têm
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Fonte: GALEANO, Eduardo. Dias e noites de amor e guerra. Porto Alegre, L&PM editora, 2001. P. 83.
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terça-feira, 26 de novembro de 2013
Medo!?.
Soneto de um Novembro
Faz teu o corpo meu,
E embriaga-me nos
teus sons.
No dilacerar desses meus
medos,
Acalma-me com teus
olhares.
E é nesse pulsar
constante destes teus ares,
Que me recuso a
outros pares,
Para que um dia se
chegares,
Venhas tão já de
encontro ao meu sossegar.
E que nesse nosso acalmar, eu possa sempre passear
Cotidianamente pelo
corpo teu,
Logo então acalmar a pele louca deste desejo envolto ao breu.
E enfim, embebecida de amor, eu sinta teu calor
Até os dias sombrios;
Nestes dias fechados onde não serão mais permitidos o amar nem
o amor.
Laila Naymaer
Fique aqui esse friso...
Eu sei...
Eu não quero ver uma história quase que se repetindo, mas
infelizmente acho que estou novamente, fatidicamente, envergonhadamente,
sonhadoramente, desenfreadamente, timidamente, apaixonada.
As pessoas costumam dizer que não devemos dar chance ao
pensamento ponderar aquilo que é o julgo alheio, mas hoje sei que não estou
contigo – e ainda bem, fique aqui esse friso – por na minha relés condição, não
seria interessante suportar tal pressão.
A vida seria menos complicada, se esse cheiro não fosse teu,
se não fossem tuas mãos abraçando o corpo meu, se a tua voz... Bom, não me
pergunte o que dentro de mim aconteceu.
Perco-me analiticamente analisando teu corpo, a maneira como
te porta, o mexer de teus lábios, o movimentar de tuas mãos...
Laila Naymaer
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
Uma limpa vital!
Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos.
Fernando Teixeira de Andrade
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