quarta-feira, 18 de julho de 2012

Preparada...

(...) Me recordei rapidamente de todas as pessoas e coisas que perdi por ainda não estar preparada para elas, ou por ainda ter muita curiosidade de mundo e dificuldade em ser permanente... (...)

TatI Bernardi



segunda-feira, 9 de julho de 2012

No sé cómo fue que tú llegaste a mí

No sé cómo fue que tú llegaste a mí
El destino es así
No sé cuánto pero siempre te esperé
Tal y como lo soñe (Y hoy estás aqui)
Y jamás te dejaré partir para poder vivir... yeah

Ven bésame sin miedo, con el corazón.
Un beso que me lleve hasta el sol.
Bésame sin miedo, sin explicación,
Un beso que me llene de tu amor.
Bésame sin miedo, como si fuera el último

No me importa lo que piensen los demás
Tú eres toda mi verdad.
No me importa quién estuvo antes de mí
Yo te quiero hacer feliz (Y hoy estás aqui)
Y jamás te dejaré partir para poder vivir... yeah


domingo, 1 de julho de 2012

Não mais

Não mando mais email, não ligo, não envio sms, nem carta, nem telegrama, muito menos mando pombo correio. 
Se quiser procure-me.

Laila Naymaer



Sinto falta

(...)
....Sinto falta da perdição involuntária que era congelar na sua presença tão insignificante. Era a vida se mostrando mais poderosa do que eu e minhas listas de certo e errado. Era a natureza me provando ser mais óbvia do que todas as minhas crenças. Eu não mandava no que sentia por você, eu não aceitava, não queria e, ainda assim, era inundada diariamente por uma vida trezentas vezes maior
 que a minha. Eu te amava por causa da vida e não por minha causa. E isso era lindo. Você era lindo.
Simplesmente isso. Você, a pessoa que eu ainda vejo passando no corredor e me levando embora, responsável por todas as minhas manhãs sem esperança, noites sem aconchego, tardes sem beleza....


....sinto falta de quando a imensa distância ainda me deixava te ver do outro lado da rua, passando apressado com seus ombros perfeitos. Sinto falta de lembrar que você me via tanto, que preferia fazer que não via nada. Sinta falta da sua tristeza, disfarçada em arrogância, em não dar conta, em não ter nem amor, nem vida, nem saco, nem músculos, nem medo, nem alma suficientes para me reter.
(...)


Sinto falta do mistério que era amar a última pessoa do mundo que eu amaria.



Tati Bernardi